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Ter, 10 de Agosto de 2010 19:02 |
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Frequentemente temos abordado e chamado atenção de todos para a questão ambiental nas atividades profissionais, principalmente no que se refere à cenografia. Nas matérias sobre projetos desenvolvidos pela Candotti Cenografia há uma preocupação em dividir dicas e experiências de ações sustentáveis empregadas no trabalho. Pensar no impacto causado no meio-ambiente já se tornou uma prática comum na empresa.
A partir de todas estas ações, foi criado o nosso próprio selo – por trás dele há uma política interna, estipulando metas e comportamentos a serem visados em todas as etapas dos trabalhos executados.
O nosso selo determina que sejam buscados materiais alternativos e amigos do meio-ambiente, que seja feita a redução de matérias-primas a serem empregadas e que haja o reaproveitamento e/ou encaminhamento adequado dos materiais utilizados.

Em um momento posterior à conclusão do serviço contratado, será gerado um documento ao cliente com o selo sustentável, reportando um pequeno balanço do que foi realizado no projeto com relação aos aspectos sustentáveis.
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Qua, 09 de Junho de 2010 17:55 |
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E aqui vai mais um exemplo de uso consciente dos materiais em projetos cenográficos. A premiação Empresas 2010 da Agência Estado se tornou mais uma grande prova de que é possível realizar trabalhos com ótimos resultados e, ainda assim, manter um compromisso de preservação ambiental.
O planejamento e construção do cenário foram embasados no total reaproveitamento dos materiais a serem utilizados. O conceito de “reutilização” ganha cada vez mais destaque na política de amizade com a natureza, tornando-se um dos 3 Rs da sustentabilidade (reduzir, reutilizar e reaproveitar).
Com a reutilização de materiais, a demanda por matérias-prima diminui e o custo total do trabalho é reduzido. Bingo! Quem ganha é o meio-ambiente, a sociedade como um todo e também o seu bolso. Um benefício irrecusável.
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A nossa cenografia utilizou-se de mangueirinhas de plástico (material reutilizavel e reciclável) para realizar uma bela composição de fundo no palco da premiação. Estruturação do cenário foi feita de box truss de alumínio (Material locado e também reciclável). Os logotipos foram confeccionados em MDF certificado pelo FSC – chapas produzidas com fibras de madeira aglutinadas com resina sintética que resultam em uma chapa maciça de alta qualidade, com superfície plana e lisa pronta para receber vários tipos de acabamentos, como pintura ou revestimentos. Por fim, o display utilizado para a colocação dos troféus do prêmio teve como base vidro (material reciclável) posteriormente adesivado.
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Ter, 16 de Março de 2010 17:50 |
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Quando o tema da vez é passeio cultural, muita gente vai perceber que sua frequência nesse tipo de programa anda baixa. Alguns se dão conta de que, em semanas, não participam de nenhuma exposição; outros ficam encabulados ao admitir que não visitam museu há meses, mas tudo bem! Haverá os mais descuidados que esqueceram da última vez que prestigiaram algum evento de cultura. Infelizmente, também existem aqueles que não o fazem por outro motivo: simplesmente não podem.
O acesso público à informação e cultura é um direito garantido por lei, mas na prática, por vezes, é violado sob diferentes formas – ainda pior: a maioria das pessoas não consegue notar.
Pessoas com deficiência são comumente excluídas destas realizações pois os espaços não fornecem acessibilidade – tanto ao local físico quanto ao conteúdo exposto. Museus, eventos e mostras culturais objetivam a democratização da cultura. O triste fato é que quase sempre acabam por contradizer o ideal que desejam propagar. Como democratizar a cultura se parte do público continua distante e/ou impossibilitado de participar?
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Ter, 26 de Janeiro de 2010 11:11 |
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Sustentabilidade é um dos termos que mais geram discussão durante os últimos anos. Já dizem os especialistas: “Se o mundo continuar fazendo uso irresponsável dos recursos naturais disponíveis e não aderir à tal da sustentabilidade, o planeta irá pagar caro”. Mas afinal, o que isso tudo significa mesmo?
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Veja bem, o consumo irracional de matérias-primas disponíveis na natureza carrega consigo um grande perigo: o esgotamento de suas reservas e o consequente impacto ambiental no ecossistema. Para exemplificar, apenas imagine uma grande floresta, lar de muitas espécies de animais; esta mesma floresta, então, passa a sofrer a extração de madeira através da derrubada indiscriminada de árvores. Quais são as conseqüências? As árvores – abrigo e fonte de alimento na floresta – passam a ter seu número reduzido cada vez mais e, por meio disso, as espécies que ali vivem serão forçadas a deixar o habitat para procurar novos lugares onde possam viver e se alimentar.
Até então, muitos podem imaginar que o problema é só da natureza, mas o homem também é vítima dessa atitude. Com menos árvores, a qualidade do ar nas cidades próximas é afetada, bem como a regularidade do clima na região é prejudicada. Do ponto de vista econômico, sem a renovação dos recursos, cedo ou tarde, a fonte de extração vai se esgotar e, como resultado, obter um novo local para obtenção de madeira torna-se sempre uma tarefa cara e demorada. Não dá pra esquecer, é claro, dos pobres animais que serão obrigados a buscar refúgio nos municípios vizinhos, causando confusão tanto para os moradores quanto para as autoridades.
Viu só como ações agressivas ao meio-ambiente podem gerar consequências indesejadas? No pequeno exemplo dado, tudo isso poderia ter sido evitado com a extração madeireira em uma parte apropriada da floresta, seguida pelo replantio proporcional à retirada de árvores. A esta atitude responsável, caracterizamos como sustentável.
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